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Susana Naspolini se emociona com homenagem na volta ao "RJTV"

Reprodução/TV Globo
Susana Naspolini ganhou flores e até bolo na volta ao "RJTV" Imagem: Reprodução/TV Globo

Do UOL, no Rio

07/11/2016 13h04

Após um período afastada para se tratar de um câncer de mama, a jornalista Susana Naspolini voltou a comandar o quadro "RJ Móvel" no "RJTV - 1ª Edição" nesta segunda-feira (7). A repórter, que ficou cerca de seis meses fora do ar, ganhou homenagem dos colegas e recebeu flores. A comemoração, que encerrou o telejornal local, teve direito até a bolo.

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Susana se emociona com a homenagem dos colegas Imagem: Reprodução/TV Globo

A primeira reportagem aconteceu em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade, e com o estilo irreverente de sempre - Susana subiu em árvore, desceu num escorrega e fez polichinelo junto com os moradores, que reivindicam a reforma de uma praça no bairro. Em seguida, a apresentadora Mariana Gross anunciou uma surpresa: um vídeo com depoimentos de telespectadores e de outros jornalistas do telejornal saudando seu retorno.

"Eu não sei o que dizer. Vocês me pegaram de surpresa, seus danados! Passa um filme na cabeça da gente de momentos maravilhosos, passa um filme de momentos difíceis... Foram seis meses que não foram fáceis, mas graças a cada palavra, a cada abraço, eu estou aqui hoje. A palavra que vem à minha cabeça é gratidão, a Deus pela minha vida, e a vocês, por fazerem parte da minha vida. Ela não seria tão feliz se não fosse cada um de vocês", afirmou ela, emocionada.

Com um estilo popular de apresentar o quadro "RJ Móvel", Naspolini conquistou um público pela forma descontraída e criativa de gravar suas matérias. Para comemorar uma obra concluída, a repórter costuma ganhar bolo e café da manhã dos moradores das comunidades que visita.
 
A jornalista de 43 anos, que ficou viúva, em 2014, do apresentador e narrador esportivo Maurício Torres, já enfrentou um linfoma, aos 18 anos, dois cânceres da mama e um na tireoide, em 2010.
 
Em entrevista ao programa "Encontro", Naspolini contou que desabou, que chorou bastante, mas que recebeu o apoio da família quando soube do diagnóstico do último tumor.
 
"A gente não pode alimentar o 'monstro', sabe?! É um diagnóstico pesado, longo, não é fácil. Agora é uma doença e ponto final. A minha vida não é o câncer, é um ponto da minha vida, então, vamos encará-lo, vamos tratá-lo. Eu tenho a minha filha linda, a minha família linda, o meu trabalho, a minha vida é muito mais do que isso [o câncer]", avaliou.
 
Segundo a jornalista, combater a doença é uma corrida contra o tempo, mas que é possível, sim, e que os políticos precisam ter consciência dessa urgência.

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