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Marcos Mion nega desentendimento com Roberto Justus após áudio vazado

Reprodução/RecordTV
Imagem: Reprodução/RecordTV

Colaboração para o UOL

24/03/2020 14h04

O apresentador Marcos Mion negou hoje que tenha vazado o áudio de uma conversa sobre coronavírus com o amigo Robert Justus. O áudio provocou polêmica nas redes sociais porque nele Justus minimiza o número de mortes de idosos pela covid-19 em comparação com o estrago que o isolamento da população provocará na economia.

"Esse áudio foi enviado num grupo pequeno, com apenas seis pessoas. Alguém vacilou muito e não assumiu (o vazamento). Não vazei nada, e não é justo tomar uma dessas na cabeça e ficar nessa posição polarizada. Esse áudio, tirado de contexto, dá a entender que estava tendo uma briga enorme. Não houve briga nenhuma. Não existe briga. Não estou fazendo tipo", disse Mion nos seus stories no Instagram.

Segundo Mion, na conversa vazada eles estavam discutindo um vídeo do biólogo Atila Iamarino, que tem usado as redes sociais para falar sobre a pandemia de coronavírus. No áudio, Roberto Justus minimiza os problemas acarretados pelo coronavírus que o estudioso comenta, reduzindo a uma histeria coletiva.

"Quem entende um pouco de estatística, que parece que não é o seu caso, vai perceber que é irrisório. E dos que morrem, dos velhinhos, só 10 a 15% deles morrem. Se pegarmos o vírus, o que seria bom, já criaríamos anticorpos e acabaria de uma vez. Agora, claro que este exagero que foi feito tem vários argumentos e vários pensamentos atrás dele", falou o empresário, que tem 64 anos.

Depois da repercussão ruim, Justus gravou um vídeo para tentar se defender. "As pessoas me acusaram de debochar dos mortos. Doze mil é muito. Uma morte é muito, qualquer morte é muito. Agora, 12 mil mortes em sete bilhões de habitantes é muito pouco para criar essa histeria coletiva que foi criada no mundo. No Brasil, são 25 mortes lamentáveis, mas também é muito pouco para 210 milhões de habitantes".

"Tem que tomar cuidado com esse vírus, sem dúvida. Agora, o lockdown [fechamento] total do planeta vai causar uma catástrofe econômica. Quem vai sofrer com essa catástrofe são os mais pobres", completou Justus.

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