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Meghan Markle lembra assassinato de George Floyd: 'Devastador'

Meghan Markle afirmou que está feliz de estar em casa e participar das mudanças - Reprodução/Instagram
Meghan Markle afirmou que está feliz de estar em casa e participar das mudanças Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em São Paulo

14/08/2020 19h33

Após um tempo no Reino Unido e no Canadá, Meghan Markle retornou aos Estados Unidos este ano e afirmou ficado impactada com o cenário da nação. Em conversa online à organização The 19th*, a atriz relembrou o assassinato de George Floyd, ocorrido no dia 25 de maio deste ano, cerca de dois meses após sua chegada com a família ao país.

"Voltar e ver esse estado das coisas, acho que no início, para ser honesta, foi simplesmente devastador. Foi tão triste ver onde nosso país estava naquele momento ", disse.

"Se há alguma fresta de esperança nisso, eu diria que nas semanas após o assassinato de George Floyd, nos protestos pacíficos que vocês estavam vendo, nas vozes que saíam, na forma como as pessoas estavam realmente assumindo seu lugar... passou da tristeza para um sentimento de inspiração absoluta, porque posso ver que a maré está mudando."

Meghan Markle ainda ressaltou que acredita que os problemas raciais no país não são novos e que pretende participar das mudanças. "Do meu ponto de vista, não é novo ver essa tendência de racismo e, certamente, preconceito inconsciente, mas acho que ver as mudanças que estão sendo feitas agora é algo que anseio por fazer parte", afirmou.

"E fazer parte do uso da minha voz de uma forma que não tenho conseguido ultimamente. Então, sim, é bom estar em casa."

Recentemente, Meghan Markle explicou à Marie Claire norte-americana que estará nas urnas em novembro deste ano para participar das eleições presidenciais do país, onde o voto é facultativo. "Muitos homens e mulheres têm que colocar suas vidas em risco para que nós sejamos ouvidos. E esta oportunidade, este direito fundamental, está em nossa capacidade de exercer nosso direito de votar e fazer com que todas as nossas vozes sejam ouvidas", afirmou.

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