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Cida Marques, símbolo sexual dos anos 90, diz que assédio era comum na TV

Cida Marques  - Reprodução/Instagram
Cida Marques Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em São Paulo

18/01/2021 07h24

Cida Marques se tornou um grande nome dos anos 90. Comparada com Pamela Anderson, ela apareceu em três capas da revista Playboy e também mostrou seu talento como atriz e apresentadora.

Nos holofotes da época, ela diz que o assédio sexual era algo comum, até mesmo nos bastidores da TV. "Tenho várias situações. Em uma delas, eu estava gravando um programa de humor", afirma em entrevista à Quem.

O apresentador, na hora de passar o texto, disse que estaria disponível tal dia e tal hora da semana durante a sessão de terapia da esposa. Ali perdi a admiração e carinho pelo profissional na hora."

"Parei de gravar naquela emissora em respeito à esposa dele na época e principalmente por mim. Infelizmente, tem gente que acha que o 'poder' dá o direito de colocar uma mulher em situação constrangedora", desabafa.

"Aprendi a discernir e observar rapidamente vários sinais e ficar em alerta e me impor, sempre com bom humor e educação ou sem, se necessário fosse, até que o indivíduo saísse constrangido."

"E eu nunca deixava para falar depois. Aliás, até hoje, gostando ou não, já falo. Não faço tipo para ser aceita", acrescenta Cida Marques, hoje aos 46 e casada há 14 com Ricardo Saito.

Fora dos holofotes da TV, ela se dedica ao seu canal no Youtube, onde fala sobre autoestima e amor-próprio com especialistas. "Percebi a grande necessidade de ajudar mulheres na autoaceitação."

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