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Iris Stefanelli chora ao falar sobre polêmica com Ariadna: 'Tomei pancada'

No Limite: Iris Stefanelli chora ao falar de polêmica com Ariadna - Reprodução/Instagram
No Limite: Iris Stefanelli chora ao falar de polêmica com Ariadna Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em São Paulo

07/06/2021 13h21Atualizada em 07/06/2021 13h34

Íris Stefanelli, que participou da nova edição do "No Limite", fez um desabafo sobre a polêmica em que se envolveu com Ariadna Arantes durante o reality show, que ainda está em exibição na Globo. As duas bateram de frente quando conversaram sobre prostituição — papo que acabou rendendo nas redes sociais.

Alegando ter acordado angustiada, Íris publicou um vídeo no Instagram para falar sobre o assunto. "Ainda não me desceu essa história. Se eu falo que a pessoa não tem opção: 'Isso mesmo, tem que se prostituir', eu iria apanhar igual a um cachorro. Aí, eu falo, 'não, tem opção, tem saída, tem que acreditar'. Mesmo assim tomei pancada, mas eu aguentei calada", argumentou.

Chorando, ela citou seu irmão como exemplo. "Pessoas que são atacadas na internet, sofrem problemas seríssimos. Muitos até depressão, suicídio. Isso está muito sério. O meu irmão é dependente químico, ele tinha sete meses contados que estava limpo. Ele já ia sair da química. Depois dessa injustiça que ele viu que eu passar nessa história, ficou tão transtornado, que ele recaiu", lamentou.

Segundo ela, sua família não gosta que ela fale sobre o assunto para evitar exposições na mídia. "Sei que é uma opção dele, a gente faz de tudo, dá o melhor tratamento, dá amor. Só que isso é uma coisa que mexe com ele. Cada pessoa tem seu gatilho para ir para o buraco".

Em seguida, Íris também revelou outra situação que a tem magoado: "Comentários de todo mundo que julgou a 'patricinha loira dos Jardins'. Desde os meus 19 anos, eu carrego sacola no Brás e no Bom Retiro", relembrou, citando sua história de vida ao lado da avó, que a ajudava a comprar produtos no tradicional bairro paulistano.

"É uma história de luta e de trabalho a minha. Sempre fui pobre. Economizava almoço para pagar a janta", disse.