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Justiça pede 5 anos de prisão para cantor de K-pop em caso de prostituição

Seungri é acusado de usar mulheres em casos de prostituição - Reprodução: Instagram
Seungri é acusado de usar mulheres em casos de prostituição Imagem: Reprodução: Instagram

Colaboração para o UOL

01/07/2021 23h37

Lee Seung Hyun, ex-membro do grupo de K-pop BigBang, mais conhecido como Seungri, trava uma série de batalhas na Justiça sul-coreana sob a acusação de supostamente ter feito "uso" de mulheres para mediar prostituição com investidores estrangeiros. Hoje, a Procuradoria pediu a prisão do artista por cinco anos.

Seungri participou de uma audiência no Tribunal Militar Geral da Coreia do Sul. No total, ele enfrenta nove acusações envolvendo compra de serviços de prostituição, mediação de prostituição, peculato, instigação especial de violência, violação da Lei de Punição Agravada e de Crimes Econômicos Específicos, da Lei de Saneamento de Alimentos, jogo habitual, da Lei de Transações de Câmbio e da Lei de Casos Especiais Relativos à Punição e de Crimes Sexuais. A investigação das denúncias contra o famoso tiveram início em 2019.

Além do pedido de detenção, a Procuradoria também solicitou pagamento de multa no valor de US$ 17 mil, cerca de R$ 85 mil na atual cotação do dólar.

Durante a audiência, a parte acusatória alega que o artista teria "usado" mulheres da Coreia do Sul para "mediar prostituição com investidores financeiros" tendo em vista a obtenção do próprio lucro.

Segundo informações do site Alkpop, o famoso se declarou inocente de oito das nove acusações que pesam contra ele, declarando-se culpado apenas da acusação da Lei de Transações de Câmbio.

O artista chegou a chorar enquanto esteve presente na audiência e pediu desculpas aos seus familiares, à agência responsável por sua carreira e "para todos que estão enfrentando um momento difícil por minha causa".