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Juliette, Pocah, Marília Mendonça e mais condenam agressões de DJ Ivis

Do UOL, em São Paulo

12/07/2021 09h08Atualizada em 12/07/2021 14h32

Juliette, Marília Mendonça, Pocah, MC Rebecca, Valesca, Ricod Dalasam e mais famosos repudiaram as agressões feitas por DJ Ivis à Pamela Gomes de Holanda.

A jovem compartilhou nas redes sociais uma série de vídeos em que Ivis ataca ela com tapas, chutes e socos — ele, por sua vez, confessou as agressões, mas alegou que é vítima de chantagem.

Em certo momento, Ivis agride a mulher com ela próxima ou até mesmo segurando a filha Mel, de nove meses. A Polícia Civil do Ceará disse que investiga o caso, mas o vídeo repercutiu nas redes socias e levou famosos a se manifestarem sobre o caso de agressão.

Juliette lembrou que não há justificativa para a violência contra a mulher e demonstrou apoio à Pamela.

Por nenhuma mulher a mais silenciada, a violência não deve e nem pode nos calar. Violência contra mulher é crime.

A ex-BBB 20 Gizelly Bicalho, que coordena um projeto voltado à proteção de mulheres, comparou a situação vivida por Pamela com o que ela viu durante a vida dentro de casa.

Via meu pai batendo na minha mãe todos os dias na minha frente, eu só queria abraçar a Pamella e a mel e prender esse desgraçado do Dj Ivis.

Pocah criticou a alta de seguidores que DJ Ivis ganhou após o caso e disse que ele não é vítima e não tem como ele justificar as agressões — expostas nas gravações e confessadas por ele.

Você é um covarde! Não adianta ficar tentando justificar a agressão a sua mulher. Está gravado!

Marília Mendonça

Valesca

Rico Dalasam

MC Rebecca

Wesley Safadão

Arthur Picoli

Danielle Winits

Em caso de violência, denuncie

Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.

Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Também é possível realizar denúncias pelo número 180 — Central de Atendimento à Mulher — e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.

Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e através da página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos (ONDH) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Vítimas de violência doméstica podem fazer a denúncia em até seis meses.