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Chico Barney


Seleção brasileira roubou espaço dos verdadeiros super-heróis na Globo

Romário na Copa de 94 -
Romário na Copa de 94
Chico Barney

Chico Barney

Entusiasta e divulgador da cultura muito popular. Escreve sobre os intrigantes fenômenos da TV e da internet desde 2002.

Colunista do UOL

22/04/2020 18h21

Lamento muito pela vida breve da sessão Campeões de Bilheteria nos domingos da Globo. A faixa foi criada para substituir o futebol, ou seja, entrava na sequência da Temperatura Máxima.

Mas durou apenas duas semanas. Teve Guardiões da Galáxia (2014) na estreia e Superman (Homem de Aço, de 2013) na despedida.

Ou seja, perdemos um importante espaço para heróis inspiradores na TV aberta. E no lugar? Reprise de jogo antigo de futebol.

As festejadas apresentações de gala da seleção brasileira viraram uma espécie de Teletubbies para os entusiastas sofrendo com a abstinência de partidas inéditas.

Nada contra, mas poderia ser algo restrito aos canais especializados. Enquanto isso, a produção de alto nível da Marvel e da DC fica com menos slots na grade de programação.

Para piorar, o Faustão ainda vai perder espaço essa semana por causa da final da Copa de 1994. Para quem não lembra, o Brasil jogou mal, empatou sem gols no tempo regulamentar e na prorrogação, e só conseguiu resolver nos pênaltis, graças a alguns erros acachapantes de craques italianos. Desculpa pelos spoilers.

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A mais fascinante mesa-redonda sobre televisão brasileira é formada por Mauricio Stycer, Débora Miranda, Flávio Ricco e Chico Barney. Além de debater o que há de mais palpitante, também selecionamos semanalmente os destaques positivos e negativos.

Voltamos a qualquer momento com novas informações.

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