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Chico Barney


A loira do banheiro? Bailarina do Faustão publica ensaio inusitado

Erika Schneider é bailarina do Faustão e empreendora - Reprodução/Instagram
Erika Schneider é bailarina do Faustão e empreendora Imagem: Reprodução/Instagram
Chico Barney

Chico Barney

Entusiasta e divulgador da cultura muito popular. Escreve sobre os intrigantes fenômenos da TV e da internet desde 2002.

Colunista do UOL

01/06/2020 16h01

Erika Schneider é uma das mais luminosas presenças do elenco do Domingão do Faustão. A bailarina já trabalha há alguns anos no programa e possui bastante reconhecimento por parte do público. Não por acaso, ostenta meio milhão de seguidores no Instagram.

Em recente publicação na rede social, revelou imagens de um ensaio inusitado. Trajando um elegante vestidinho branco e tênis, tirou fotos dentro de uma banheira vazia.

"Literalmente a loira do banheiro", escreveu na legenda do post, sinalizando também que havia muitas outras imagens além das que chegaram até o conhecimento do público.

"Ela não fez um book no banheiro não Neh 📷 😅 Literalmente a loira do banheiro 😜", escreveu Erika - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram
"Ela não fez um book no banheiro não Neh 📷 😅 Literalmente a loira do banheiro 😜", escreveu Erika
Imagem: Reprodução/Instagram

ORIGENS

A tal da loira do banheiro é uma das lendas urbanas mais populares do Brasil.

De acordo com reportagem da revista Aventuras na História, a versão mais popular para o surgimento da saga versa a respeito de uma aluna pouco dedicada aos estudos que matava aula no banheiro. Papo vai, papo vem, e em dado momento escorregou, bateu a cabeça na privada e começou assim a assombrar a sociedade.

Mas também existe a possibilidade de tudo ter começado em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, em São Paulo. A entidade teria nascido como Maria Augusta de Oliveira, filha de um fazendeiro do café. Anos mais tarde, foi obrigada a se casar com um influente cidadão da região.

Contrariada, vendeu suas joias e partiu rumo à Paris. Voltou aos 26 anos, em 1891, já falecida. O corpo embalsamado ficou no casarão da família por tanto tempo que começou a desidratar. Por conta disso saía durante as noites para tomar uma aguinha.

E o local viria a se tornar uma escola em 1902 —se estabelecendo, assim, como o suposto epicentro da lenda no Brasil.

Abundam relatos de versões internacionais para a mesma assombração, que normalmente promete aparecer após ter seu nome dito em frente ao espelho por três vezes seguidas, como a Bloody Mary em países de língua inglesa e outras seis guardiãs maléficas de banheiros no Japão.

Mas bailarina do Faustão, até onde se sabe, por enquanto só existe no Brasil.

Voltamos a qualquer momento com novas informações.

Chico Barney