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Mumuzinho marca nova live e relembra Covid-19: '50% do pulmão comprometido'

Mumuzinho remarcou nova live para dia 7 de junho, às 18h, após ter alta do hospital  - Divulgação
Mumuzinho remarcou nova live para dia 7 de junho, às 18h, após ter alta do hospital Imagem: Divulgação
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Notícias exclusivas sobre o mundo das celebridades e os bastidores do show business no Brasil.

Colunista do UOL

19/05/2020 17h02

Mumuzinho foi um dos primeiros artistas a criar novas formas de entreter o público durante a quarentena, o cantor foi pra varanda e fez um show particular para os vizinhos do condomínio onde vive no Rio. A apresentação viralizou e ele logo marcou sua live para todo país no final de abril, mas teve que cancelar.

O pagodeiro foi contaminado com o novo coronavírus, a doença evoluiu para uma pneumonia e, em conversa exclusiva com a Coluna do Leo Dias, ele revelou que deu entrada no hospital com 50% do pulmão comprometido.

"Não tenho noção onde peguei. Estou obedecendo a quarentena e só saia para o essencial. Pode ter sido nessas idas à farmácia e padaria", diz Mumuzinho que de volta a sua casa e recuperado já tratou de marcar uma nova live-show para celebrar a saúde.

O cantor vai fazer sua transmissão ao vivo no dia 7 de junho, às 18h, em um espaço a céu aberto e respeitando todas as regras de distanciamento social e cuidados de prevenção.

"A doença evoluiu para uma pneumonia e dei entrada no hospital com 50% do pulmão comprometido. Orei muito e pedi para que Deus me ajudasse até porque minha responsabilidade é muito grande: minha família, equipe, fãs e carreira dependem da minha saúde", relembra Mumuzinho.

Aos 36 anos, Mumuzinho é uma das referências no mundo do samba e vem trabalhando seu EP "Mantra". A música de trabalho, que leva o mesmo nome do EP, alcançou no início desta semana o terceiro lugar nas rádios de todo país pelo gênero samba/pagode. Acostumado com a boêmia de um bom sambista que gosta de festa e estar junto dos amigos, ele lembra que a pior parte de estar com a Covid-19 foi a solidão:

"O dia da minha alta foi de felicidade por saber que eu podia ir embora, fiquei no hospital por uma semana. Pra mim foi absurdamente ruim ficar lá o dia inteiro sem ninguém para conversar. Ao mesmo tempo, os profissionais do hospital foram essenciais, a gente conversava", conta ele que ainda torce por uma vacina: "Estou fazendo o possível para as pessoas se conscientizarem a ficar em casa. Como não sei aonde peguei, mesmo ficando em casa, ir até onde precisamos por necessidade podemos pegar. Por isso, a importância de lavar as mãos e ficar em casa. E que venha logo uma vacina".

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