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Mauricio Stycer


Em recado inédito, JN adverte que a crise é grave e pede calma ao público

William Bonner e Renata Vasconcellos se dirigiram ao público pedindo calma diante da pandemia de coronavírus - Reprodução
William Bonner e Renata Vasconcellos se dirigiram ao público pedindo calma diante da pandemia de coronavírus Imagem: Reprodução
Mauricio Stycer

Mauricio Stycer

Mauricio Stycer é jornalista desde 1985. Repórter e crítico do UOL, colunista da Folha de S.Paulo, passou por Jornal do Brasil, Estadão, Folha, Lance!, Época, CartaCapital, Glamurama Editora e iG. É autor de "Topa Tudo por Dinheiro - As muitas faces do empresário Silvio Santos" (editora Todavia, 2018).

Colunista do UOL

23/03/2020 21h11

William Bonner e Renata Vasconcellos abriram o "Jornal Nacional" nesta segunda-feira com o que chamaram de "uma pausa" - um longo texto, de quase cinco minutos, dirigido ao público com observações sobre a pandemia de coronavírus e os cuidados que a Globo está tomando internamente para proteger os seus funcionários.

"A gente vai fazer essa pausa, primeiro, para dizer simplesmente o que a gente fica repetindo um para o outro aqui também: calma! Não dá pra começar o JN de hoje sem pedir calma", disse Bonner. "Assim como não dá pra deixar de repetir que o Brasil e o mundo vivem uma crise que é grave, muito grave", afirmou Renata.

Dirigindo-se aos espectadores, Bonner disse: "A gente também precisa respirar. A gente precisa entender que essa crise vai ter altos e baixos, vai exigir sacrifícios, mas no fim o Brasil e o mundo vão superar. Apesar da aflição, apesar da dor que muitas famílias estão enfrentando e outras ainda vão enfrentar, a gente vai superar esse momento junto. E vai ser mais fácil o quanto mais a gente mantiver a calma."

Ao falar dos cuidados que a empresa está tomando, que inclui o afastamento para trabalho em casa de profissionais com mais de 60 anos, o apresentador disse: "E claro que a gente também tem medo de adoecer. Aqui não tem super-herói. Nem entre nós, jornalistas, nem entre os colegas das outras categorias que trabalham com a gente. Não têm."

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