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Ricardo Feltrin

Demitidos da GfK dizem que indenizações estão atrasadas; empresa nega

Divulgação
GFK mediu audiências de TVs por cerca de três anos no Brasil Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

03/10/2017 09h12Atualizada em 03/10/2017 13h30

Os 149 demitidos da Gfk na semana passada ainda não têm data exata definida para a homologação e pagamento das verbas rescisórias.

O motivo inicialmente alegado pela empresa, segundo esta coluna apurou, seria o processo nº 1092078-94.2017 que corre na 27ª Vara Cível em São Paulo.

No processo, a Record pleiteou o bloqueio das contas da GfK num total de R$ 27.879.150,00.

O valor se refere ao “começo” da indenização que a emissora vai cobrar da empresa alemã por quebra de contrato e danos materiais.

Mas a Justiça não aceitou o pedido de bloqueio inicial.

Procurada pela coluna, a empresa disse, por meio de sua assessoria, que os prazos para pagamento das verbas rescisórias serão cumpridos de acordo com a lei. Afirmou ainda que vai iniciar os pagamentos em breve --sem precisar a data.

Ex-funcionários ouvidos pela coluna ontem afirmam que estão se organizando para fazer uma manifestação em frente à sede da GfK em São Paulo, entre hoje e amanhã.

Leia mais:

GfK manda 6.600 lares a jogar aparelhos de medição de audiência no lixo

GfK diz que cenário no Brasil tornou "insustentável" continuidade da medição

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