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Vídeo: Gottino é aplaudido e chora ao chegar à CNN Brasil; assista

Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

03/10/2019 00h09

A chegada de Reinaldo Gottino à sede de transição da CNN Brasil, anteontem, causou comoção e lágrimas. Esta coluna obteve a gravação do momento em primeira mão.

Foi a primeira vez que Gottino encontrou com os futuros colegas da nova emissora por assinatura, que deve entrar no ar no início de 2020 (e não mais até o fim deste ano.

Ao entrar na sede de transição da emissora, o jornalista foi surpreendido e aplaudido de pé por toda a redação.

Não conteve as lágrimas, mas logo o vice-presidente de Programação e Multiplataforma da emissora, Virgílio Abranches, comenta causando risos: "Eu falei que ele ia chorar!"

"Obrigado, gente, é um prazer estar aqui com vocês, que honra! Que honra!", diz o recém-contratado, visivelmente emocionado.

Aos 42 anos, deixou a Record após 15 anos, sendo que os últimos cinco à frente do "Balanço Geral SP".

Sua saída provocou forte reação da emissora da Barra Funda, que tem feito uma série de reportagens visivelmente destinadas a atacar um dos sócios da CNN Brasil, como antecipou com exclusividade o site "Notícias da TV" no mês passado.

A saída do âncora do "Balanço Geral", no entanto, foi resultado do descaso com que a direção da emissora o tratou.

Há meses ele aguardava um convite da emissora para discutir a renovação. No entanto, três reuniões marcadas pelo comando do Jornalismo foram desmarcadas em cima da hora.

Acabou sendo sondado e convidado por Douglas Tavolaro, CEO e founder da CNN Brasil, e que foi quem lançou Gottino ao sucesso.

A saída do jornalista primeiro causou espanto e comoção na Record. Depois, rancor e sede de vingança.

A Record tem "requentado" notícias e feito denúncias contra Rubens Menin, dono da construtora MRV e co-founder da CNN Brasil.

Não está dando certo até o momento: as matérias "direcionadas" não estão repercutindo.

E ainda não se sabe se a CNN ainda ainda levará mais gente da Record.

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