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Renata Banhara relembra infecção e afirma: "Não senti medo de morrer"

Montagem/Divulgação/Record
Renata Banhara antes e depois da paralisia facial Imagem: Montagem/Divulgação/Record

Do UOL, em São Paulo

22/12/2017 07h35

Renata Banhara parece recuperada da infecção cerebral que deformou seu rosto. A modelo, que em novembro visitou o Templo de Salomão, em São Paulo, contou no "Sensacional" desta quinta-feira (21) como se sente após todo o martírio para recuperar a boa aparência.

"Fiquei 12 dias na UTI, fiz quatro cirurgias, tive infecção generalizada, teve que abrir [o lado direito da cabeça] para tratar a necrose. Não senti medo de morrer", afirmou a Daniela Albuquerque, relembrando como tudo começou.

"Eu fiz um [tratamento de] canal há dez anos, esse canal nunca deu problema externo. Em novembro, dezembro [de 2016], na correria de fim de ano, tive muita dor de cabeça. Fiquei no fogão cozinhando na virada de ano na casa de praia, recebi um casal de médicos e meu rosto estava deformando. Eles acharam que era uma reação alérgica. Tive reumatismo em todo o corpo, comecei a inchar. Quando voltei a São Paulo usei muito aqueles remedinhos do dia a dia, esse foi um grande erro, não tinha que ter me automedicado", reconhece.

A situação foi piorando. "Em fevereiro tive duas paralisias faciais, na primeira falaram que era alergia, depois crise de estresse. No dia 5 de abril passei muito mal, minha cabeça inchou demais, meu marido me levou para o [hospital Albert] Einstein. A equipe médica salvou minha vida, um médico disse que, [se demorasse] mais 24 horas, eu não estaria aqui".

Apesar de ter passado seus bens para o nome dos filhos, ela garante que sempre acreditou que venceria essa batalha. "Não senti medo de morrer, nem mudei também depois disso. Acho que sempre tive muita fé, venho de superações, e não foram poucas. A vida é um sopro", analisa.

Câncer

Quem também esteve no palco do programa para falar de superação foi a apresentadora e ex-panicat Tânia Oliveira, que revelou em julho ter vencido um câncer na tireoide.

"Tinha um nódulo na tireoide que eu acompanhava há dois anos e não tinha característica de ser maligno. Um dia meu médico pediu exames e foi confirmado que era agressivo, que precisava operar. Eu podia esperar uns meses, então esperei para contar. O carnaval me ajudou muito a esquecer tudo isso", disse ela que, embora tenha descoberto no fim de 2016, desfilou em duas escolas e só operou depois da folia. "Vejo tudo isso como um divisor de águas", comemora.

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