PUBLICIDADE
Topo

Paolla ganha declaração de Diogo Nogueira: 'Onde ela toca, vira ouro'

Diogo Nogueira surge em entrevista de Paolla Oliveira ao "Conversa com Bial" - Reprodução/Globo
Diogo Nogueira surge em entrevista de Paolla Oliveira ao "Conversa com Bial" Imagem: Reprodução/Globo

Colaboração para o UOL

18/09/2021 01h39Atualizada em 18/09/2021 02h40

Paolla Oliveira, 39 anos, ganhou uma declaração do namorado, o sambista Diogo Nogueira.

"Me sinto abençoado. Uma mulher forte, trabalhadora, guerreira, uma das maiores atrizes desse país. Ela agrega as coisas. Tudo que ela faz, ela faz com muita competência, muito estudo, muita força, uma mulher muito forte. Deixa tudo grande. Onde ela toca, vira ouro", contou o cantor, em participação rápida durante entrevista de Paolla ao "Conversa com Bial" de hoje.

Diogo cantou ainda um trecho de "Flor de Caña", música que fez para a namorada.

Paolla comentou com Bial sobre o "frisson" que o namoro com o sambista causou nos fãs.

Eu acho inusitado. Nós dois somos muito reservados. De repente tem coisa nova, duas pessoas que não aparecem muito, aparecem mostram e é isso. E teve uma pessoa que falou uma coisa. São duas pessoas individualmente queridas, então quando juntou, fez um combo bom. Realmente, as pessoas estão precisando de cor, estão se sensibilizando mais com coisas que seriam mais banais ou naturais".

Hoje mais cedo, Diogo concedeu uma entrevista ao "Encontro com Fátima Bernardes", onde contou sobre o começo do romance com Paolla.

No último dia 24 de julho, Diogo Nogueira confirmou o romance com Paolla Oliveira durante um show, no Rio de Janeiro. Desde, então, o casal tem compartilhado fotos de momentos românticos com para os fãs.

Recentemente, o artista fez questão de sanar todas as dúvidas sobre o relacionamento ao comentar a publicação em que Paolla comemorava a classificação para a final do "Super Dança dos Famosos", da qual foi campeã.

"Arrasou muita coisa minha Flor de Caña", escreveu ele, e acrescentou emojis de furacão.

Maternidade

Questionada por Bial sobre como se sentia a respeito da maternidade, Paolla afiemou:

"A gente sempre considera. por mais que não se queira, se pensa antes de dizer não. Por enquanto, tá no imaginário. Vou treinando (em filme recente a ser lançado), tô aprendendo direitinho".

Incêndio

Paolla Oliveira comentou sobre o incêndio que atingiu sua mansão, em março.

As pessoas diziam que eu tava em negação. Ah, ela tá negando, daqui a pouco ela vai cair na real. E eu falava que não. O que a gente pode fazer diante de alguma situação? Recuar. Estacionar. E tocar pra frente. Então existe uma parcela de mim que sempre está pensando assim e foi igual".

Mocinhas, vilãs e personas

Citando a "Super Dança dos Famosos" (da qual foi a campeã), Paolla falou sobre "construir personagens" para cada ritmo que dançou no programa.

"Não consigo não ter isso. Ainda mais porque sou tímida. O que mais me fez ficar nervosa é porque é a Paolla que tá aqui, Então quando a gente vai pra esse nível de exposição que tem ali, eu falo 'não, por mais que seja parecida comigo, vamos colocar alguém de frente pra se sair melhor. Isso que me faz caminhar", completou.

A atriz ainda comentou sobre já ter interpretado mocinhas e vilãs.

Eu venho numa atenção à minha carreira exatamente pra não me enquadrar. Isso é uma coisa que me incomoda. Pra que não me engavetem . A alegria que eu tenho com meu trabalho é poder ser camaleônica. Então eu vou buscar sempre ser diferente."

Paolla defendeu que acredita que as mocinhas são mais complicadas de se fazer e que as vilãs possuem um grande "imaginário" em torno.

A atriz revelou ainda uma curiosidade. Quando Paolla fez o "teste" foi aprovada para interpretar a Giovanna (Belíssima), Paolla estava no último semestre de fisioterapia e fez o mesmo como uma "última esperança".

Relação com as redes sociais

Crítica ferrenha do governo Jair Bolsonaro nas rede sociais, Paolla comentou sobre sua relação com as redes sociais e seus 31 milhões de seguidores no Instagram.

"Eu não gostava de rede social, tinha um problema enorme, briguei com todo mundo. Mas chegou um dado momento em que tive que fazer isso. Eu entrei no trem-fantasma e falei: vamo ver quem assusta mais", começou.

Paolla continuou: 'Eu vim conquistando essa liberdade. Chegou um momento em que falei que eu tava escrava. (...) O espaço pra errar é tão pouco. Mas quem foi que falou que eu não posso? E aí que entra o 7 de de setembro. Eu senti necessidade. De me colocar como mulher e ter opinião".

Política se discute? Sim!

Paolla defendeu ainda que política pode e deve ser discutida, mesmo que ela mesmo não o faça muito.

"Acho que as nossas ideias, se colocadas sim de maneira correta, podem modificar o outro, fazer ele pensar. Tem que ser falado. E eu mesmo vi mudanças próximio a mim, então eu procuro fazer isso. Não acho que seja nas redes sociais esse lugar onde a gente debata com esse veemência", completou, ressaltando, porém, que acredita que o debate possa ser saudável.

"O que mais gosto do meu trabalho é ser real. A sensibilidade, a conexão com as pessoas. Então nada mais justo do que eu me mostrar essa pessoa, me conectar cada vez, finalizou Paolla.