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Flávio Ricco

Prestes a divulgar seus dados, GFK sofreu até com casos de roubo no Brasil

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Imagem: Divulgação
Flávio Ricco Flávio Ricco*

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Flávio Ricco*

Colunista do UOL

18/04/2016 07h00

Aqui se disse que a GFK está próxima de efetivamente iniciar seus trabalhos no Brasil.

Pessoas próximas a ela asseguram que de maio, final do mês, não passa.

Foram vários os contratempos observados, desde a chegada da empresa alemã ao Brasil até agora, mas nenhum como os ocorridos no início deste ano. Inclusive casos de roubo.

Por incrível que pareça alguns dos seus equipamentos chegaram a aparecer em sites de venda.

Entre as soluções encontradas para viabilizar o início de operações no Brasil, além da contratação do executivo Flávio Ferrari, a GFK colocou o mexicano Rafael Gomez no comando das suas operações.

Todos os problemas operacionais que vinham travando o sistema já foram praticamente solucionados.

Leia a coluna na íntegra

*Colaborou José Carlos Nery

 

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