Coluna

Flávio Ricco

Incertezas na grade levam SBT a constranger profissionais

Rodrigo Capote/UOL
Apresentador do SBT Raul Gil que foi "dispensado" duas vezes, e as duas não valeram nada Imagem: Rodrigo Capote/UOL
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

30/01/2017 04h00

O SBT viveu sexta-feira(27) mais um daqueles lamentáveis episódios em seus bastidores, diante de outra decisão repentina de seu dono, Silvio Santos, que oficialmente encontra-se em férias nos Estados Unidos. Mas o telefone...

Sim, estamos falando de Raul Gil. Como se recorda, ele deveria ter pego o seu banquinho em dezembro, porém, sem ter o que colocar no lugar, SS pediu para que ele permanecesse no ar até o fim de fevereiro, quando então Celso Portiolli assumiria as tardes de sábado. Mesmo constrangido com a situação, Raul atendeu a solicitação, mas, com data fixada para ficar desempregado, imediatamente tratou de abrir um canal de diálogo com outras TVs. Normal.

Como normal também, o fato do Portiolli e seu pessoal terem iniciado estudos para formatar o tal novo programa dos sábados. Um trabalho perdido! Na sexta, surpreendentemente, o filho do Raul correu para as redes sociais e anunciou a renovação de contrato do pai por mais um ano com o SBT.

Resumindo, o animador foi "dispensado" duas vezes, e as duas não valeram nada.  Quer bagunça maior que esta?! Afirmar que, com atitudes assim, a emissora humilha seus profissionais é algo até forte. Mas falar o quê? A situação é altamente desagradável e transborda insegurança para quem trabalha lá.

A ordem que vale no café, deixa de valer no almoço e assim vai. Por que o SBT age desta maneira com os seus profissionais? É a pergunta de um milhão!

*Colaboração de José Carlos Nery
 

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