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Flávio Ricco

"BBB": telespectador brasileiro ainda não entendeu espírito da coisa

Paulo Belote/Divulgação/TV Globo
Participantes do "BBB17" na sala da casa Imagem: Paulo Belote/Divulgação/TV Globo
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

26/02/2017 07h00

Desde que o “BBB” existe, aqui se repete a dificuldade de alguns em entender o espírito da coisa. É um jogo. E não uma história do mocinho contra bandido.

No momento de eliminar, alguns telespectadores se colocam na condição de juízes penalizando aqueles que causam. Os que botam tempero e tornam o molho do programa mais saboroso.

Vamos combinar que, no “BBB”, “A Fazenda” ou outro do tipo, ninguém entra lá para a primeira comunhão. E o que se observa é que tudo está se repetindo na edição de agora.

O que torna programas do gênero bons ou ruins é quem está aqui, do lado de fora. Ou não?

Há sempre quem se preocupe em relacionar audiência de agora com a do século passado.

No caso de programas, tipo “BBB”, o trabalho correto é comparar o desempenho dos participantes de uma edição com a outra.

*Colaborou José Carlos Nery

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