Coluna

Flávio Ricco

"Novo Mundo", de autores estreantes, é acerto da Globo na faixa das 18h

Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

21/04/2017 07h00

Regra geral, aquele que assiste a “Novo Mundo”, a novela das seis da Globo, sai satisfeito com o que vê. É uma história que, para o público, chega como modelo de tudo funcionando direitinho.

A trama se destaca principalmente pelo conjunto da obra, desde o que é escrito pelos autores estreantes Thereza Falcão e Alessandro Marson, passando pelo trabalho do diretor Vinícius Coimbra até elenco, cenário, figurino, contrarregra, técnica, edição, sonorização e finalização.

Transmite a sensação de um grupamento perfeito.

Entre os destaques, o trabalho de Letícia Colin como Leopoldina, certamente vivendo seu melhor momento na televisão. Se até aqui ela já chamou atenção, a informação é que sua personagem terá ainda mais espaço no decorrer dos próximos capítulos.

Fazer novelas de época, muita gente sabe, não é tarefa das mais fáceis por tudo que envolve sua produção. O custo é altíssimo e sempre existe o risco de errar a mão. No caso desta, porém, foi um grande acerto da Globo.

E, por favor, ainda que se dê relevância a passagens da nossa História, ninguém pode esquecer que se trata de uma obra de ficção.

*Colaboração de José Carlos Nery  
 

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