"Novo Mundo", de autores estreantes, é acerto da Globo na faixa das 18h
Regra geral, aquele que assiste a “Novo Mundo”, a novela das seis da Globo, sai satisfeito com o que vê. É uma história que, para o público, chega como modelo de tudo funcionando direitinho.
A trama se destaca principalmente pelo conjunto da obra, desde o que é escrito pelos autores estreantes Thereza Falcão e Alessandro Marson, passando pelo trabalho do diretor Vinícius Coimbra até elenco, cenário, figurino, contrarregra, técnica, edição, sonorização e finalização.
Transmite a sensação de um grupamento perfeito.
Entre os destaques, o trabalho de Letícia Colin como Leopoldina, certamente vivendo seu melhor momento na televisão. Se até aqui ela já chamou atenção, a informação é que sua personagem terá ainda mais espaço no decorrer dos próximos capítulos.
Fazer novelas de época, muita gente sabe, não é tarefa das mais fáceis por tudo que envolve sua produção. O custo é altíssimo e sempre existe o risco de errar a mão. No caso desta, porém, foi um grande acerto da Globo.
E, por favor, ainda que se dê relevância a passagens da nossa História, ninguém pode esquecer que se trata de uma obra de ficção.
*Colaboração de José Carlos Nery










