Coluna

Flávio Ricco

É hora de deixar o Marcelo Rezende em paz

Reprodução/TV Record
Marcelo Rezende passou a última semana internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, depois de se queixar de dores na altura do abdômen, além de mal-estar e cansaço Imagem: Reprodução/TV Record
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

17/05/2017 07h00

O respeito ao próximo deve prevalecer sempre. Em toda e qualquer situação, muito mais ainda em casos de doença. É tudo que não está existindo em relação ao Marcelo Rezende, desde o momento em que surgiram as primeiras informações sobre seu estado de saúde.

Mesmo sendo uma figura pública, alguém que fez história na televisão e, graças a ela, se tornou uma pessoa conhecida, é direito dele, ainda mais num momento como este, ter a sua privacidade preservada.

Mas não. O que se vê, como uma corrente de absurdos, é exatamente o contrário. Ontem, por exemplo, no site Bastidores da TV, apareceu declaração do endocrinologista e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Dr. Ney Cavalcanti de Albuquerque, informando que o estado do Marcelo é crítico e falando de um mínimo de percentual de cura.

É certo alguém se manifestar assim? Cadê a ética? Cadê os conselhos de Medicina? Isso é o fim. Como reagiram os seus familiares? Os seus cinco filhos? Muito triste.

*Colaboração de José Carlos Nery

 

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