Coluna

Flávio Ricco

Direito de resposta da Cultura

Divulgação
Imagem: Divulgação
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

27/05/2017 07h00

A respeito de nota publicada na coluna do dia 24, apesar da Cultura ser consultada na data, apenas agora houve uma manifestação oficial, aqui publicada na íntegra:

“O cenário desenhado pelo jornalista Flávio Ricco em coluna publicada nesta quarta-feira (24) é incompatível com a realidade da TV Cultura. Hoje, a emissora está em pleno equilíbrio financeiro, com superávit em 2015 e 2016, expansão de alcance da rede e renovação de grade.

Sem dados concretos, as afirmações feitas pelo jornalista se apoiam em um decreto governamental de 2015, mantido em 2016 e 2017, que diz respeito não só à Fundação Padre Anchieta (FPA), mas a todas as instituições vinculadas ao governo do Estado de São Paulo.

A TV Cultura repudia o noticiado e reforça que a FPA e suas emissoras contam com profissionais especializados que levam ao ar a programação de qualidade da instituição. Prova disso são as estreias TERRADOIS, Sésamo, Campus em Ação e Momento Papo de Mãe, todas deste ano, e as novas temporadas e melhorias de Metrópolis, Cultura Livre, Manos e Minas, Persona em Foco e Quintal da Cultura.

Entre as novas atrações nacionais e internacionais estão Máximo e Confúcio, Rota da Inovação, Godofredo e Word On The Street. Por meio de abertura para chamada pública PRODAV 01, a emissora selecionará, nos próximos meses, até 25 projetos de ficção, animação e documentário para exibição.

Na frente digital, a TV Cultura apresentou crescimento médio de 46% em suas redes sociais no último ano, a exemplo do Roda Viva, com expansão de 125%. No YouTube, a emissora cresceu 110%, com transmissões simultâneas e conteúdo exclusivo para web.

Hoje, a programação da TV Cultura está presente nas cinco regiões do País, disponível para 126 milhões de pessoas em canal aberto, quase o dobro do alcance em 2013, de 68 milhões de habitantes. Junto a 95 afiliadas, seu sinal chega a 25 estados e mais de dois mil municípios.

Com o título de segunda melhor emissora do mundo em qualidade de programação, de acordo com pesquisa encomendada pela BBC em 2014, a Cultura conquistou nos últimos anos diversos prêmios, entre eles o International Emmy Kids Awards e o Grande Prêmio da Crítica da APCA. Os esforços também foram evidenciados pelo jornalista Nelson Hoineff no texto As duas realidades da TV pública, publicado em O Globo.

Ações presentes, com foco no futuro, que comprovam a estabilidade da emissora e sua presença como uma das principais fontes de informação, entretenimento e arte para a formação dos brasileiros”.  

O texto chega com relativo atraso. No dia que a nota foi escrita, a Comunicação da TV Cultura, foi consultada sobre o assunto em questão.

Consulta feita de manhã, 10h50,  respondida só no meio da noite, 21 horas.

Aliás, publicada imediatamente abaixo do nosso texto.

Assim como você tem todo direito de repudiar o que foi publicado, nós também temos o direito de entender que a FPA já viveu tempos melhores e de maiores realizações.

Atrelar uma emissora de rádio ou televisão, que exige mão de obra especializada, às mesmas normas de outras repartições públicas estaduais é algo que tenho todo direito de discordar. Ou não?

*Colaborou José Carlos Nery

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