Coluna

Flávio Ricco

Beijo gay: autor fala da rejeição sofrida por "Babilônia" no Viva

Reprodução/Tv Globo
Estela (Nathalia Timberg) e Teresa (Fernanda Montenegro) se beijam no primeiro capítulo de "Babilônia" Imagem: Reprodução/Tv Globo
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

15/06/2017 07h00

O autor Ricardo Linhares será o convidado da série “Donos da História”, neste domingo, às 18h30, no Viva. Durante a entrevista, ele comenta a rejeição sofrida por “Babilônia”, novela que dividiu com Gilberto Braga e João Ximenes.

“’Babilônia’ estreou marcada por uma polêmica muito grande. Não foi o casal (Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg), foi o beijo das duas no primeiro capítulo.

Esse beijo foi uma ideia minha. Falei pro Gilberto e pro João Ximenes que iam cobrar muito da gente quando os personagens se beijassem”.

Segundo o autor, quando tem personagem homossexual todo mundo fica perguntando ‘quando é o beijo?’.

“Aí falei para colocarmos logo no primeiro capítulo, que acabava logo com isso. Pronto, toparam na hora. Era uma ceninha que não era de romance. Era uma cena de uma pessoa chegando em casa e dando um selinho no companheiro. Não importa qual fosse o sexo. Isso causou algo tão grande, que criou uma rejeição, que considero moral e não artística”.

Para Linhares, isso foi determinante para que determinados grupos de pessoas deixassem de acompanhar a novela.

“Eu realmente não entendo, porque a corrupção pode e o amor não pode? E principalmente, não consigo entender que as pessoas não aproveitem isso para conversar com os filhos sobre os assuntos contemporâneos, sejam eles quais forem: sexualidade, corrupção, bandido”.

E conclui: “Qualquer tipo de assunto que a TV traz, o bom pai e a boa mãe aproveitam para ensinar ao filho como reagir diante de determinadas situações. E o que via nos grupos de discussão eram as pessoas se negando, que não queriam responder às perguntas”.

*Colaboração de José Carlos Nery

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