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Flávio Ricco

Comando na Alemanha quer o fim da GfK do Brasil

Divulgação
Imagem: Divulgação
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

30/08/2017 00h05

A compra da alemã GfK por um fundo de investimentos americano sinaliza posição contrária a sua permanência no Brasil. Este é o fato.

Segundo pessoas diretamente envolvidas, já existe todo um trabalho em cima disso, inclusive com a participação de alguns que participaram da sua implantação em nosso país.

As informações levadas daqui não são das mais positivas. Ao contrário.

O fato é que ninguém sabe exatamente no que isso vai dar. A pressão, que vem de fora, é muito grande , definida por alguns como um “pé de guerra suicida”.

Não se reconhece, no entanto, que muitos erros foram cometidos pela própria empresa, insistente em fazer partir da Alemanha determinações avessas à nossa realidade cultural. Um problema que, guardadas as proporções, também tem atingido o concorrente Ibope/Kantar.

Por parte das emissoras, existe um movimento para que nada se altere e não se interrompam as suas atividades.

Ela, GfK, consultada, informa que não irá se pronunciar sobre o assunto. Por enquanto.

*Colaborou José Carlos Nery

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