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Flávio Ricco

Censura brava e baixa audiência foram marcas do primeiro "A Casa" na Record

Edu Moraes/Divulgação/Record TV
Participantes de "A Casa" entram no imóvel do reality show, encerrado na terça (5) Imagem: Edu Moraes/Divulgação/Record TV
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

08/09/2017 00h05

A tesoura funcionou, e funcionou firme, em toda edição do reality “A Casa” na Record, com sua primeira temporada encerrada na última terça-feira. Ordem da direção.

Cenas que envolveram sexo, brigas e palavrões não puderam ser levadas ao ar. Foram cortadas na edição. No fim, virou quase uma ação entre amigos. Sem graça, e isso do começo ao fim.

“A Casa”, sujeita ao que recomenda a igreja da Record e com seu formato descaracterizado, não tinha mesmo chances de alcançar resultados melhores. Sua baixa audiência foi apenas consequência deste quadro.

A anunciada segunda edição, com toda certeza, irá repetir a mesma água com açúcar e a audiência insignificante da primeira. Não tem como ser diferente.

Aliás, por tudo o que o programa não representou, executivos da emissora chegaram a cravar o seu fim.

Só que, para felicidade da concorrência, ainda irão insistir em mais uma edição, em 2018. Mas será que vão mesmo?!

*Colaboração de José Carlos Nery

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