Topo

Coluna

Flávio Ricco

Veja 1ª foto de Marquezine como vilã de "Deus Salve o Rei"; conheça a trama

Sergio Zalis/Globo
Primeira imagem da princesa-vilã de Bruna Marquezine caracterizada para "Deus Salve o Rei", próxima novela das sete da Globo Imagem: Sergio Zalis/Globo
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL

15/10/2017 01h05

Com estreia marcada para janeiro, a novela "Deus Salve o Rei", substituta de "Pega Pega" e escrita pelo estreante Daniel Adjafre vai falar sobre escolhas e suas consequências, questionar o poder do destino na vida das pessoas. Pela definição, até passa a impressão que vem aí um tremendo dramalhão na faixa das 19h, mas não é isso, ou melhor, não é só isso. A trama, ambientada no período medieval, reserva muito mais.

De acordo com o enredo, há décadas, os reinos de Montemor e Artena vivem em paz, e tudo continuaria assim se as consequências de uma escolha não mudassem o curso de seus destinos. Afonso (Rômulo Estrela), príncipe herdeiro de Montemor, que ficou com o papel após a saída de Renato Góes, é descrito como um homem honrado, justo e que, desde criança, foi preparado para, um dia, assumir o trono – aliás,  exatamente o oposto de seu irmão caçula, o irresponsável e inconsequente Rodolfo (Johnny Massaro).

Porém, em Montemor, um reino próspero, rico em minério de ferro, falta algo essencial para sua subsistência: água. Bem ao contrário da vizinha Artena, que possui este recurso em abundância. Um acordo entre os reinos garante que o minério produzido em Montemor seja fornecido à Artena em troca de sua água.

Artena que é governada pelo rei Augusto (Marco Nanini), um homem sábio e benevolente, pai da princesa [e vilã] Catarina (Bruna Marquezine), sua sucessora.

Ela, ao contrário do pai, tem planos mais ambiciosos, e não medirá esforços para conquistar seus objetivos.

A morte da rainha Crisélia (Rosamaria Murtinho), avó de Afonso e Rodolfo, acaba abalando a paz até então mantida entre os dois reinos. Afonso logo deverá se tornar rei, mas o amor por uma plebeia, Amália (Marina Ruy Barbosa), o faz abdicar do trono, entregando o posto a seu despreparado irmão.

É neste momento que Catarina terá uma grande oportunidade de colocar seus planos em prática. “Deus Salve o Rei”, portanto, trata das escolhas e suas consequências.

“É uma novela que parte de uma linha dramática destes dois reinos, que dependem um do outro, e num determinado momento entram em conflito. Partimos do drama para chegar no humor”, afirma o diretor Fabrício Mamberti.

“A novela é uma trama medieval que tem como ponto de partida dois príncipes que não querem o trono. É uma história que tem já, na essência, um elemento muito dramático e muito cômico entre esses dois príncipes, irmãos: um com medo de ser rei e outro abdicando ao trono por amor a uma plebeia”, explica Adjafre.

Também estão no elenco Tatá Werneck, Walter Breda, Débora Olivieri, Caio Blat, Marina Moschen e Flora Diegues, entre outros. “Deus Salve o Rei”, produção de época, interrompe assim uma longa sequência de tramas contemporâneas no horário das sete da noite e promete, ainda, apresentar várias caras novas.

*Colaborou José Carlos Nery 

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!