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Flávio Ricco

Radialistas reclamam das condições de trabalho em jogos da Libertadores

Rubens Cavallari
Imagem do confronto entre Palmeiras e Boca Juniors pela Libertadores Imagem: Rubens Cavallari
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

19/04/2018 00h05

Profissionais de rádio, que trabalham em emissoras de médio e pequeno porte, não sabem mais como proceder para transmitir jogos da Libertadores da América, em estádios de São Paulo, principalmente.

Além das dificuldades no credenciamento, existe a queixa que sempre perdem seus lugares nos estádios para as rádios de fora.

Consultado, Erick Castelhero, presidente da Aceesp – Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, informou que o credenciamento e a distribuição de espaços nos estádios obedecem critérios pré-estabelecidos, entre os principais, frequência nos jogos e cobertura dos clubes.

As rádios da Capital sempre têm e terão prioridade e, em caso de confrontos internacionais, como foi o caso de Palmeiras e Boca Juniors, existe a necessidade de compartilhar os lugares destinados à imprensa com os argentinos.

*Colaborou José Carlos Nery

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