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Flávio Ricco

Não quer mais saber: Globo proíbe enrolação nas suas novelas

AgNews
Silvio de Abreu Imagem: AgNews
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

16/06/2018 00h05

A exemplo de “Segundo Sol”, quando várias ações aconteceram ainda no primeiro capítulo, o mesmo cuidado foi adotado para a próxima das sete, “O Tempo Não Para”, de Mário Teixeira.

Por exemplo, as cenas referentes ao século XIX (1886) serão abordadas apenas no primeiro capítulo.

Para o fim dele, inclusive, já haverá um salto para o século XXI.

A Teledramaturgia da Globo, leia-se Silvio de Abreu, tem cobrado cada vez mais agilidade em suas novelas e barrado qualquer tentativa de enrolação ou “encheção de linguiça”.     

As gravações de “O Tempo Não Para” estão correndo num ritmo muito bom, determinado pelo diretor Leonardo Nogueira.

Neste sábado ele conclui os trabalhos em São Paulo e, a partir da próxima semana, as atenções estarão voltadas para as gravações nos Estúdios Globo, no Rio.

“O Tempo Não Para”, substituta de “Deus Salve o Rei”, acompanha a história de uma família congelada, em 1886, que desperta nos dias de hoje e precisa lidar com os choques temporais.

Juliana Paiva faz a protagonista, Marocas, jovem de uma personalidade muito forte.

Estreia em julho. 

*Colaborou José Carlos Nery