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Flávio Ricco


Flávio Ricco

Cotado para vaga de Arnaldo, árbitro da Copa pode atuar fora do país

Sandro Meira Ricci anunciou sua aposentadoria da arbitragem - Kirill Kudryavtsev;AFP
Sandro Meira Ricci anunciou sua aposentadoria da arbitragem Imagem: Kirill Kudryavtsev;AFP
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

26/07/2018 00h05

Sábado, no “Altas Horas”, do Serginho Groisman, Sandro Meira Ricci anunciou sua aposentadoria do apito, decisão que ele começou a amadurecer há um ano.

E há um ano que, junto com sua noiva e futura esposa Fernanda Colombo, ele vem preparando o seu próximo passo.

Juntos, fizeram curso de especialização em jornalismo esportivo, outro para comentarista e agora de apresentador.

Sandro não tem proposta de nenhuma emissora para vir a se tornar comentarista de arbitragem. Pelo menos até agora:

"não tenho mesmo. Não conversei com ninguém".

Mas admite a existência de alguns contatos e convites para participações em programas da Globo e Fox Sports.

São muitas e interessantes as possibilidades por aqui, além de uma conversa, esta em um estágio mais avançado, para desenvolver a arbitragem em um outro país, que ele ainda não revela qual.

Uma vez que o anúncio da aposentadoria do futebol ocorreu durante um programa da Globo, natural até as especulações de que Ricci poderia começar a ser preparado para substituir Arnaldo Cezar Coelho, que deixará as transmissões em dezembro.

A coluna chegou a consultar a Globo, para saber se tinha algo em andamento, e a resposta da emissora foi enviada na tarde desta quinta-feira(26): "Não há nenhuma negociação entre a Globo e o Sandro Meira Ricci".  

Aliás, o próprio Ricci declara que não recebeu proposta de ninguém até o presente instante.

*Colaborou José Carlos Nery

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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