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Flávio Ricco


Flávio Ricco

Criado em 1973, "Fantástico" comemora neste domingo 45 anos

Tadeu Schmidt e Poliana Abritta no "Fantástico" - João Cotta/Globo/Divulgação
Tadeu Schmidt e Poliana Abritta no "Fantástico" Imagem: João Cotta/Globo/Divulgação
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

05/08/2018 00h03

O “Fantástico” comemora neste domingo 45 anos de existência e a Globo já divulgou boa parte da programação especial. Por aqui, fica a torcida para que a equipe não se esqueça de citar na edição de logo mais nomes importantes que contribuíram para sua história de sucesso. Os atuais âncoras falam sobre o papel do programa e a concorrência com a internet.    

Para Poliana Abritta, apresentadora do ‘Show da Vida’ desde novembro de 2014, a revista eletrônica “tem um compromisso enorme com sua própria identidade e isso é reafirmado a cada domingo. O programa faz parte da vida das pessoas porque mostra a vida delas e tudo o que as envolve, da realidade ao sonho”, afirma.

Já para Tadeu Schmidt, que volta hoje ao programa, após rápidas férias, o ‘Fantástico’ “está sempre procurando ser inovador, sempre quer estar na vanguarda. Sempre foi assim e continuará sendo. E a relevância é enorme. A cada semana, quando o programa termina, eu fico vendo as coisas que mostramos e me dá um orgulho tão grande”.

“Nós sempre conseguimos fazer reportagens que mexem com as pessoas por inúmeros motivos. São reportagens que emocionam, denunciam ou que podem mudar rumos. O ‘Fantástico’ tem essa característica de ser muito relevante e procurar sempre o novo, aquilo que é vanguarda”.

E conclui: “Hoje todo mundo tem acesso ao mundo inteiro com a internet, mas a gente continua descobrindo e levando para os telespectadores um material surpreendente”.
*Colaborou José Carlos Nery

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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