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Flávio Ricco


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Primeiro mundo: "Ilha de Ferro" não deve nada ao que se faz lá fora

Dante (Cauã Reymond) e Julia (Maria Casadevall), protagonistas de "Ilha de Ferro" - Raphael Dias/Gshow
Dante (Cauã Reymond) e Julia (Maria Casadevall), protagonistas de "Ilha de Ferro" Imagem: Raphael Dias/Gshow
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

20/12/2018 00h05

"Ilha de Ferro", em cartaz no streaming da Globo, independentemente da atuação impecável do seu elenco, revela todo o avanço da televisão brasileira na dramaturgia.

Avanço e até uma certa ousadia, como é o caso desta série, que a partir do texto de Max Mallmann e Adriana Lunardi, teve um resultado na prática digno do melhor reconhecimento.  

São impecáveis fatores de toda a sua produção, como iluminação, captação de áudio, figurinos, sonorização e finalização. Assim como a direção do Afonso Poyart e sua equipe. 

E a demonstração que há um caminho bem traçado, para encarar as principais produtoras do mundo, sem nada dever a ninguém.

Nesta sua primeira temporada, são 12 episódios de muita ação e pura emoção.

*Colaborou José Carlos Nery


 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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