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Flávio Ricco


Repórter da CNN desmaia após reportagem em Manaus

Luciene Kaxinawá é repórter da CNN Brasil    - Divulgação
Luciene Kaxinawá é repórter da CNN Brasil Imagem: Divulgação
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL

28/05/2020 20h38

Resumo da notícia

  • Luciene Kaxinawá passou mal durante reportagem no dia de hoje
  • Desmaiou após reportagem e foi socorrida por colegas de equipe
  • Kaxinawá é a primeira repórter indígena do canal de notícias

Luciene Kaxinawá, repórter da CNN Brasil, passou mal após fazer um link, em Manaus, nesta quinta-feira para o jornal "360°", apresentado por Daniela Lima e Reinaldo Gottino.

Ela desmaiou e foi socorrida pela equipe que a acompanhava.

A CNN confirmou a situação, mas ainda não tem mais detalhes do ocorrido e sobre o que pode ter causado este problema. Assim que informar, atualizaremos a nota.

Kaxinawá é a primeira repórter indígena da CNN. Nascida em Rondônia, trabalhou durante sete anos na Rede Amazônica, que transmite a programação da Globo para cinco Estados da região Norte.

Filha de mãe indígena, ainda era estudante de Jornalismo quando começou a cobrir conflitos relacionados aos povos indígenas da região Norte e das fronteiras do Brasil.

A profissional faz parte da tribo dos Kaxinawás, que habitam as regiões de floresta tropical do Brasil e do Peru.

(Atualização)

A CNN informa que a jornalista passa bem.

Na última sexta, o repórter Jhonatã Gabriel, da mesma CNN, sofreu um "apagão" em plena transmissão ao vivo da rede de notícias, o que exigiu que a apresentadora Luciana Barreto encerrasse sua participação.

Ele falava direto de Salvador, e informava que os agentes de saúde contaminados com coronavírus teriam acesso a auxílio do governo baiano.

O repórter observou o celular e, em seguida, não conseguiu falar mais. Ele pediu desculpas.

*Colaborou José Carlos Nery

Flávio Ricco