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Flávio Ricco

Jornalismo da Record está na base do grito

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Imagem: Reprodução
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

29/01/2016 07h00

Jornalismo não funciona na base do grito ou com ameaças. O aviso, sem intermediários, serve para os atuais responsáveis pelo "Jornal da Record".

Há um clima de revolta na redação, que em nada contribui para o bom andamento dos trabalhos. Dirigir ou cobrar é uma coisa, esbravejar, humilhar e assediar moralmente é outra, bem diferente.

Absurdos, como pedir uma sala de cinema, em plena terça-feira, 8 da noite em São Paulo, têm que ser evitados. Lógico que a produção não conseguiu. E tome gritaria.

Outro absurdo é a implantação das sete horas seguidas, com intervalo de uma, a partir de 1º de fevereiro. Isto irá obrigar o pessoal ficar 8 horas à disposição da empresa. Todos prometem vestir preto a partir deste dia.

*Colaborou José Carlos Nery

Leia a coluna na íntegra

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