Coluna

Flávio Ricco

Acerto com Esporte Interativo passar a exigir exercício de futurologia

EDUARDO MARTINS/AGÊNCIA A TARDE
Briga pelos direitos de transmissão embola o meio campo esportivo Imagem: EDUARDO MARTINS/AGÊNCIA A TARDE
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

17/03/2016 07h00

Membros dos conselhos deliberativos do Santos e Inter, de Porto Alegre, estão perplexos com o amadorismo desses dois clubes nas negociações com o Esporte Interativo. Em ambos, há a certeza de terem tomado uma decisão com o fígado e não com a cabeça.

O objetivo do EI era fechar oito clubes grandes, oferecendo R$ 40 milhões a título de luvas. Pararam nos dois acima, mais Coritiba e Atlético Paranaense – não exatamente grandes.

Agora, meio que no desespero e usando o que não foi gasto com os maiores, há a tentativa de validar acordos com times das séries B e C oferecendo cerca de R$ 5 milhões de luvas para cada um.

O que se tem como praticamente certo é que Ceará, Fortaleza, Sampaio Correa, Criciúma e Atlético Goianiense estão bem próximos de legitimar compromisso com o Esporte Interativo.

Como novo objetivo traçado, agora se pretende chegar a algo em torno de 12 ou 14 equipes. Nesta altura, acredita-se, nem o Lula com seus "poderes de Grayskull" tem alguma ideia de quantos destes estarão efetivamente na Série A em 2019, para se juntar a Inter e Santos.

Chegou a tal ponto essa disputa pelos direitos do futebol, que alguns clubes, verifica-se, estão completamente perdidos em meio a tudo.

A Série B é do SporTV, ou seja, enquanto alguns desses clubes estiverem ou mesmo se conseguirem chegar à ela, não poderão ceder seus direitos para o EI. Olha que situação.

*Colaborou José Carlos Nery

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