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Flávio Ricco


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Eliana segue tendência e programa no SBT volta a ser gravado

Eliana esteve  no estande do SBT na Mipcom, em Cannes, na França - Divulgação
Eliana esteve no estande do SBT na Mipcom, em Cannes, na França Imagem: Divulgação
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

24/10/2016 07h01

Indiscutivelmente, e os exemplos são tantos, aqui e lá fora, programa gravado dá a possibilidade de um acabamento muito superior em relação ao “ao vivo”. Não tem comparação. E é por este motivo que Eliana decidiu mudar os rumos do seu trabalho nos domingos do SBT, com total aprovação da casa. Ontem foi ao ar a última edição ao vivo, mas, que poderá ser revista, na eventualidade de um factual importante.

“Hoje em dia, grandes programas no mundo são gravados, trazendo uma possibilidade maior para uma edição mais trabalhada. Com isso, conseguirei trazer uma qualidade maior no produto final apresentado aos telespectadores", declara a apresentadora.

Ao longo do último ano, o “Eliana” ganhou um formato que privilegia as externas e que, cada vez mais, justifica a mudança.

Recém-chegada de Cannes, evento que acompanhou de perto pela primeira vez, integrando a comitiva do SBT, Eliana comentou a experiência:

"Gosto de estar sempre antenada com as novidades de todas as áreas em que atuo. Como executiva das minhas empresas, já estive na Feira do Livro de Frankfurt por conta da minha editora, nas feiras voltadas a licenciamentos em Nova York, enfim, sempre pesquiso e me informo sobre tudo com o que me envolvo. Estar em Cannes vendo o que há de mais novo nesse universo fascinante da TV era um desejo antigo. Desta vez, consegui organizar minha agenda e, com o incentivo e apoio do Silvio Santos, pude viver esta experiência tão enriquecedora. Precisamos sempre investir na nossa profissão, reciclar conhecimento, ampliar os horizontes, pensar 'fora da caixa'. Estou muito feliz!".

Durante o evento, alguns países da África, que falam a língua portuguesa, compraram o conteúdo do “Eliana”.

*Colaborou José Carlos Nery

Leia a coluna na íntegra

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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